quarta-feira, 28 de julho de 2010

Redação

* Observação: esse texto foi um dos que professor Marcelo , entregou para fazer uam redação um tema novo, achei bastante interresante por isso que estou publicando no blog , é um texto muito atual que a sociedade devia ler e refletir porque isso estar acontecendo .

Os Programas sensacionalista do rádio e os programas policiais de final da tarde em televisão saciam curiosidades peversas e até mórbidas sua matéria-prima do drama de cidadãos humildes que aparecem nas delegacias como suspeitos de pequenos crimes.Ali,são entrevistados por intimidação. As camêras invadem barracos e cortiços, e gravam sem pedir licença a estupefação de famílias de baixissima reda que não sabem direito o que se passa: um parente é suspeito de estrupo , ou o vizinho acaba de ser preso por tráfico,ou o primo morreu no massacre de fim de semana no bar na esquina. A plicia chaga atirando; a mídia chega filmando .

Eugênio Bucci. Sobre ética e impresa. São Paulo.

Característica do Simbolismo

Misticismo e espiritualismo – A fuga da realidade leva o poeta simbolista ao mundo espiritual. É uma viagem ao mundo invisível e impalpável do ser humano. Uso de vocabulário litúrgico: antífona, missal, ladainha, hinos, breviários, turíbulos, aras, incensos.

Falta de clareza – Os poetas achavam que era mais importante sugerir elementos da realidade, sem delineá-los totalmente. A palavra é empregada para ter valor sonoro, não importando muito o significado.

Subjetivismo – A valorização do “eu” e da “irrealidade”, negada pelos parnasianos, volta a ter importância.

Musicalidade – Para valorizar os aspectos sonoros das palavras, os poetas não se contentam apenas com a rima. Lançam mão de outros recursos fonéticos tais como:

Aliteração – Repetição seqüencial de sons consonantais. A seqüência de palavras com sons parecidos faz que o leitor menospreze o sentido das palavras para absorver-lhes a sonoridade. É o que ocorre nos versos seguintes, de Cruz e Sousa:
Vozes veladas, veludosas vozes,


Volúpia dos violões, vozes veladas,

Vagam nos velhos vórtices velozes,

Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.

(Violões que Choram)

Assonância – É a semelhança de sons entre vogais de palavras de um poema.

Sinestesia – Os poetas, tentando ir além dos significados usuais das palavras, terminam atribuindo qualidade às sensações. As construções parecem absurdas e só ganham sentido dentro de um contexto poético. Vejamos algumas construções sinestésicas: som vermelho, dor amarela, doçura quente, silêncio côncavo.

Maiúsculas no meio do verso – Os poetas tentam destacar palavras grafando-as com letra maiúscula.

Cor branca – Principalmente Cruz e Sousa tinha preferência por brancuras e transparências.

A Grécia Antiga


A Grécia surgiu entre os mares Egeu, Jônico e Mediterrâne. Formou-se após a migração de tribos nômades de origem indo-européia, como, por exemplo,aqueus,jônios,eólios e dórios. As pólis (cidades-estado), forma que caracteriza a vida política dos gregos, surgiram por volta do século VIII a.C. As duas pólis mais importantes da Grécia foram: Esparta e Atenas.




*Sociedade da Grécia Antiga
A economia dos gregos baseava-se no cultivo de oliveiras, trigo e vinhedos. O artesanato grego, com destaque para a cerâmica, teve grande a aceitação no Mar Mediterrâneo. As ânforas gregas transportavam vinhos, azeites e perfumes para os quatro cantos da península. Com o comércio marítimo os gregos alcançaram grande desenvolvimento, chegando até mesmo a cunhar moedas de metal. Os escravos, devedores ou prisioneiros de guerras foram utilizados como mão-de-obra na Grécia. Cada cidade-estado tinha sua própria forma político-administrativa, organização social e deuses protetores.